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Aqui vocês encontrarão uma relação de artigos úteis para o desenvolvimento da carreira de um palestrante.

Como você pode se tornar mais criativo, de acordo com a ciência

Como você pode se tornar mais criativo, de acordo com a ciência

Enquanto crescemos somos ensinados a seguir as regras. Aguardar nossa vez na fila. Preencher as respostas certas. Comer nossa sobremesa depois da refeição. Amarrar nossos sapatos e colocar nossa camisa para dentro da calça. Não fazer perguntas estúpidas. Somos recompensados ​​por cautela e muitas deliberações, e punidos por “pintar fora das linhas”. Ao longo do tempo, somos divididos em grupos com base nos resultados dos nossos testes e seguimos nossas carreiras com base em nossas credenciais acadêmicas e graus adquiridos. Nós, eventualmente, nos escondemos em escritórios onde somos obrigados a nos vestir de certa forma, falar de uma certa maneira; enfim comportar-se de uma certa maneira. Em algum momento ao longo desta jornada, o mundo rotula você como “criativo” ou “não criativo” – com a maioria das pessoas caindo na última categoria. E, no entanto, sabemos que o pensamento criativo é necessário para o sucesso. Foi ele que permitiu o aumento e sucesso sustentável de empresas como Airbnb, Facebook e Uber; Indústrias completamente transformadoras como hospitalidade, publicidade e transporte. De fato, um estudo da IBM com 1.500 CEOs descobriu que a criatividade era considerada a característica mais essencial de sua organização, mais do que a integridade ou mesmo a visão. De acordo com os CEOs, a criatividade permite que as empresas naveguem no ambiente empresarial cada vez mais complexo.   O segredo da criatividade, de acordo com a ciência: persistência. Há muitas razões pelas quais nós, como sociedade, abandonamos o pensamento criativo quando entramos na idade adulta. Por um lado, a criatividade é confusa e incerta; isso vai contra tudo o que aprendemos ao longo do caminho na educação...
12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte II

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte II

Abaixo a segunda parte do artigo “12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos”, se ainda não leu a primeira parte, clique aqui e veja. Definir prioridades e atuar em cima delas Seja em negócios ou em operações militares das Forças Especiais, há momentos em que os seres humanos podem se sentir atolados em demandas, desafios e incertezas. A coisa mais importante é permanecer focado, calmo e ser capaz de parar para considerar as opções à sua frente. Tudo nem sempre pode ser feito ou resolvido imediatamente. Mas, em vez de permanecer na incerteza e na indecisão ou de ser afogado por desafios, deve-se ser capaz de fazer uma pequena pausa, dar um passo para trás e determinar a prioridade mais neste momento, criar um plano para resolver o problema e agir, até que este problema seja resolvido. Em seguida, passar para o próximo desafio. Esta técnica simples, naturalmente, não substitui a capacidade de manter uma visão geral da situação, mas quando o estresse é elevado e essa confusão tomar conta, é muito eficiente ser capaz de identificar e resolver cada problema individualmente e por ordem de importância . Descentralização de comando Uma das principais características das unidades SEALs é muitas vezes operar em território hostil em total sigilo e perfeita autonomia. Ao contrário das unidades de força convencionais, que se movem em grande número e em plena luz do dia, uma missão pode ser realizada por quatro a seis homens movendo-se silenciosamente durante a noite. É difícil, no caso de contato inimigo ou complicações, se comunicar rápida e eficientemente com a cadeia de comando para...
12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte I

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte I

Eternamente à procura dos segredos da liderança – a capacidade que algumas pessoas têm para orientar outros para alcançar seus objetivos e ser bem sucedido em conjunto – eu estava ansioso para compartilhar com vocês as 12 chaves para a liderança do livro “Extreme Ownership, how US Navy SEALs lead and win” escrito por Jocko Willink e Leif Babin Jocko e Leif foram SEALs (Sea, Air e Land), a elite militar da Marinha dos EUA e lideraram soldados americanos e aliados durante a batalha de Ramadi no Iraque. O valor crucial da liderança de uma unidade de elite decorre do fato de que, uma vez no chão, esses profissionais têm de liderar os homens em um ambiente onde o menor erro pode ter consequências fatais. Apesar do enorme estresse que poucos poderiam suportar, estes homens e mulheres trabalham como equipes extremamente eficientes. Trago aqui as 12 chaves do programa “Extreme Ownership“, que Jocko e Leif extraíram de sua experiência militar altamente qualificada e adaptaram ao mundo dos negócios, onde agora trabalham como consultores de liderança. Responsabilidade Extrema Para Jocko e Leif, só há uma maneira de encarar a liderança: assumir total responsabilidade pelo que está acontecendo ou aconteceu. Se um membro de uma equipe não tiver entendido uma de suas instruções, o líder da equipe não pode culpá-lo. É seu papel como um líder se certificar de que seus membros da equipe entenderam suas instruções. Da mesma forma, se ele próprio não entender as orientações que recebeu, assumirá a responsabilidade e pedirá explicações aos seus superiores, em vez de dizer que não foi devidamente esclarecido desde o início não é...
Qual o preço a pagar pelo sucesso?

Qual o preço a pagar pelo sucesso?

A pergunta é mais complexa do que parecer, principalmente porque não falamos apenas de dinheiro, mas de um preço muito mais alto e caro: dedicação. Parece bobagem questionar se você – ou qualquer profissional – está disposto a se dedicar ao próprio sucesso, mas não é. Dedicação é algo que precisa ser lembrado diariamente para ser posto em prática. Dedicação é optar por estudar aos finais de semana, abrindo mão de ficar com seus filhos, ou de ir passear, ir viajar, etc. Dedicação é saber que não existem mais horas vagas, horas vagas passam a ser horas trabalhadas para melhorar profissionalmente. Dedicação é ver todos – ou quase – ao seu redor se divertindo enquanto você está trabalhando. Mas por mais que você se dedique, seu dia continua tendo 24h, como o de todos nós, meros mortais. Então como “otimizar” seu tempo e sua dedicação? Terceirizando o que pode ser terceirizado, ou seja: tudo que não é o seu “core business”. Descubra como aumentar suas vendas de palestras clicando aqui!    Por exemplo, se você é um palestrante ou um consultor, seu “core business” é estar apto a entregar para seus clientes as melhores soluções para os problemas deles ou apontar melhorias que impactem positivamente em seu resultado, certo? Para isso você precisa estar sempre se atualizando e aprendendo novas técnicas, metodologias, soluções, etc. Só que, ao mesmo tempo em que precisa estar “com a cara enfiada nos livros” quando não está atendendo um cliente, é preciso que você cuide de sua comunicação corporativa (com seu público-alvo), seu marketing (digital ou não), suas vendas, e outros aspectos que, apesar...
Forma ou conteúdo: o que vende?

Forma ou conteúdo: o que vende?

O erro mais comum entre os novos empreendedores que não alcançam o sucesso é, segundo pesquisa do Sebrae, se focar mais na forma do que no conteúdo de seu novo negócio ou produto. Exatamente o mesmo erro se repete com palestrantes, mas nesse caso, acontece até com alguns palestrantes que já atuam há algum tempo no mercado, não apenas iniciantes. Eles se focam em construir uma excelente palestra em termos de entretenimento, pirotecnia e produção e acabam – involuntariamente, é bom que se diga – deixando escapar aquilo que os contratantes mais buscam numa palestra: a solução para um (ou mais) determinado problema. E a questão que fica é: por que isso acontece? A razão mais comum para isso acontecer é o profissional querer adequar as suas palestras ao seu conhecimento atual, adquirido através dos anos. Ou seja, “eu, palestrante, entendo sobre o ASSUNTO A, então farei palestras sobre o ASSUNTO A. Afinal de contas, o meu domínio é sobre o ASSUNTO A e não tem sentido construir uma palestra em torno de outro assunto, certo?” Errado. E muito errado. Dessa forma o profissional estará ignorando a demanda dos possíveis clientes, ignorando suas necessidades e a, quase sempre óbvia, necessidade de adequar-se e aprender mais. O que falta para você alcançar o sucesso? Fale conosco e descubra! E então ele (a) cria uma palestra sensacional, repleta de recursos áudio visuais capazes de tirar o fôlego da plateia, textos encantadores e exuberantes, sua apresentação sobre o palco é teatral e arranca aplausos empolgados. Um produto sensacional – em termos de FORMA – mas… útil para quem?  Ela será um sucesso? Venderá bem?...
A linguagem do desejo

A linguagem do desejo

Uma das grandes dificuldades dos empreendedores e consultores é na comunicação com os seus clientes potenciais. Eles têm uma crença de que basta comunicar o que eles fazem para que os clientes os procurem. Isto é uma incorreção, para dizer o mínimo. Os empreendedores acham que os seus clientes querem o que eles produzem, o que é enxergar o mundo através do próprio umbigo! Afinal os clientes querem é ter suas necessidades e desejos satisfeitos ou atendidos, conforme você já ouviu em vários lugares. Mas o que isso tem a ver com você? Fazer com que o seu cliente potencial entenda e compreenda o que você faz, não é o caminho que chega ao coração do seu cliente, razão pela qual o pessoal de comunicação pode não se dar bem na comunicação com o mercado cliente. Há um conjunto grande de profissionais que ajudam a sua empresa a se comunicar melhor, a ser mais entendida, e a ser compreendida pelo mercado. Só que isso, na maioria dos casos, não gera clientes, não gera vendas, não gera lucro. Ou seja: não funciona como alavanca para as vendas. E há outro agravante: em geral, todos se consideram bons comunicadores, então, por que gastar dinheiro contratando um Fulano e Sicrano que não sabem se expressar, mas eu…E comunicar bem é um item necessário para facilitar as suas vendas, mas está longe de ser o suficiente. Por quê? Porque, como diz um dos meus gurus, Alan Weiss: “A lógica serve para pensar e emoção para agir.” Ou em outras palavras, como já dissemos inúmeras outras vezes: “Toda compra é uma compra emocional.” Com...
7 segredos da prospecção de clientes

7 segredos da prospecção de clientes

Você tem um processo de prospecção de clientes bem estruturado? Conheça os 7 segredos para uma prospecção de sucesso. A grande maioria das empresas reconhece que a prospecção de clientes é fundamental para a manutenção da competitividade e sobrevivência no cenário econômico atual, que está cada vez mais difícil. A técnica possibilita ampliação de mercado, fechamento de novos contratos e, consequentemente, geração de receitas futuras. Apesar disso, muitos vendedores ainda sentem-se inseguros na hora de prospectar clientes. E isso pode ocorrer por vários motivos, que vão desde a falta de treinamento até o completo desinteresse do próprio funcionário em procurar clientes novos. Se você se enquadra em qualquer um desses casos, saiba que está na hora de mudar! Captar clientes é importante até mesmo para os vendedores mais experientes e bem-sucedidos, que contam com carteiras volumosas e lucrativas. Enquanto eles se acomodam diante de uma situação de trabalho confortável, a concorrência está inquieta e disposta a oferecer algo mais ao mercado. Portanto, o vendedor que deseja acompanhar os novos tempos, deve abordar potenciais consumidores com frequência, esforçando-se ao máximo para concretizar as vendas. O processo de captação de clientes lhe parece complicado? Fique tranquilo, pois listamos abaixo alguns segredos da prospecção! Colocando-os em prática você conseguirá melhores resultados financeiros e também mais motivação para o trabalho! Confira! Curso Online: COMO VENDER PALESTRAS #1. Conheça o seu mercado Antes de começar a prospectar clientes, você deve estudar o mercado. Será que já parou para pensar que o consumidor de hoje não é o mesmo de quando você ingressou no ramo de vendas, há 10, 15 ou 20 anos? Os tempos...
Como começar uma nova carreira

Como começar uma nova carreira

Você já teve vontade de jogar tudo para o alto e dar uma guinada radical na carreira? Esse é um movimento que vem ganhando cada vez mais adeptos. Segundo Matilde Berna, diretora de transição e carreira da Right Management, consultoria com escritório em São Paulo e no Rio de Janeiro, o percentual de profissionais que procuram seus serviços para mudar de área dobrou nos últimos dois anos. Hoje, corresponde a 11% do total de pessoas que chegam até ela na DBM, consultoria que também atua em outplacement, que nada mais é do que a recolocação de pessoas no mercado de trabalho, quatro em cada dez clientes optam por mudar de rumo. Os trabalhadores que buscam a assessoria das grandes empresas de carreira representam uma parcela endinheirada da população economicamente ativa. A princípio, esse grupo tem tudo (cargo, salário e status) para permanecer onde está. Ainda assim, essa turma decide arriscar e partir para outra atividade. Já entre os mais jovens, trocar de carreira é um movimento natural na busca de uma atividade que renda satisfação e uma remuneração no fim do mês ou de cada projeto. Os gatilhos que despertam a vontade de dar uma guinada são quase sempre os mesmos: qualidade de vida, busca de aprendizado ou trabalho com mais significado. “As pessoas estão prestando mais atenção em si mesmas e procurando uma vida que tenha mais sentido”, diz Matilde. Mas isso não quer dizer que a mudança seja fácil ou deva ser feita sem planejamento. É preciso ter clareza dos motivos que levam à transição profissional, do que se pretende fazer no futuro e quais resultados se...