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Como você pode se tornar mais criativo, de acordo com a ciência

Como você pode se tornar mais criativo, de acordo com a ciência

Enquanto crescemos somos ensinados a seguir as regras. Aguardar nossa vez na fila. Preencher as respostas certas. Comer nossa sobremesa depois da refeição. Amarrar nossos sapatos e colocar nossa camisa para dentro da calça. Não fazer perguntas estúpidas. Somos recompensados ​​por cautela e muitas deliberações, e punidos por “pintar fora das linhas”.

Ao longo do tempo, somos divididos em grupos com base nos resultados dos nossos testes e seguimos nossas carreiras com base em nossas credenciais acadêmicas e graus adquiridos. Nós, eventualmente, nos escondemos em escritórios onde somos obrigados a nos vestir de certa forma, falar de uma certa maneira; enfim comportar-se de uma certa maneira. Em algum momento ao longo desta jornada, o mundo rotula você como “criativo” ou “não criativo” – com a maioria das pessoas caindo na última categoria.

E, no entanto, sabemos que o pensamento criativo é necessário para o sucesso. Foi ele que permitiu o aumento e sucesso sustentável de empresas como Airbnb, Facebook e Uber; Indústrias completamente transformadoras como hospitalidade, publicidade e transporte. De fato, um estudo da IBM com 1.500 CEOs descobriu que a criatividade era considerada a característica mais essencial de sua organização, mais do que a integridade ou mesmo a visão. De acordo com os CEOs, a criatividade permite que as empresas naveguem no ambiente empresarial cada vez mais complexo.

 

O segredo da criatividade, de acordo com a ciência: persistência.

Há muitas razões pelas quais nós, como sociedade, abandonamos o pensamento criativo quando entramos na idade adulta. Por um lado, a criatividade é confusa e incerta; isso vai contra tudo o que aprendemos ao longo do caminho na educação formal e através da socialização. O pensamento criativo pode ser assustador porque nos torna vulneráveis ​​ao julgamento e, às vezes, sentimos que estamos perdendo o controle. É por isso que muitas pessoas se posicionam como “não criativas” – elas reprimem seu potencial criativo em troca de estrutura, conformidade e conforto.

A noção de que os indivíduos são inerentemente “criativos” ou “não criativos” é perigosa. Isso implica que apenas certas pessoas são dotadas de criatividade, o que foi rejeitado por muitas pesquisas, incluindo um estudo da Northwestern University.

A pesquisa sugere que desistimos facilmente quando confrontados com um problema que requer pensamento criativo. Além disso, a pesquisa descobre que as ideias mais criativas tendem a surgir depois que muitas outras foram consideradas e descartadas, provando que a chave para o pensamento criativo é apenas continuar tentando.

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Ideias ruins são blocos de construção para as boas.

Existem duas razões pelas quais aceitar as más ideias é necessário para chegar-se às boas ideias:

  1. As ideias que resolvem um problema de uma maneira única são, geralmente, uma combinação de ideias existentes, muitas das quais podem parecer ruins no início.
  2. Aceitar que a maioria das suas ideias seja ruim irá ajudá-lo a avançar para novas ideias de forma mais rápida e fácil.

Em última análise, como a maioria das coisas, o pensamento criativo é um processo de teste e erro que requer falha. E, embora as más ideias possam constituir blocos para o pensamento criativo, às vezes, de fato, são ideias boas que ninguém entende ainda.

Ideias que uma vez foram ridiculizadas levaram a algumas das maiores invenções da história, como o voo humano ou a eletricidade.

Design Thinking é uma ótima técnica para aumentar a criatividade.

Usado pela Apple, Google, Samsung e GE, o Design Thinking tornou-se uma abordagem de resolução de problemas cada vez mais popular não apenas no design, mas nos negócios.

No seu núcleo, o Design Thinking resume-se a definir um problema e criar a maior quantidade possível de soluções em um período de tempo limitado. É uma técnica que é altamente favorável à criatividade porque, assim como o pensamento criativo, também é um processo de tentativa e erro, e está enraizado na geração de um alto volume de ideias.

Para lhe dar uma ideia melhor de como você pode aproveitar o Design Thinking para criar uma nova oferta ou melhorar as existentes, aqui está um curso de sete passos que você pode usar imediatamente:

  • Passo 1. Ouça seus clientes. Em primeiro lugar, saia do escritório e fale com seus usuários ou clientes, observe as tendências diárias do que eles fazem, como eles pensam e o que eles querem fora do contexto de sua empresa. O objetivo é reunir observações suficientes para que você comece a anotar declarações de problemas, como “Samantha tem dificuldades em agendar consultas com o médico. Como podemos ajudá-la a agendar esses compromissos com mais facilidade?”
  • Passo 2. Crie representações visuais de ideias malucas usando tiras de quadrinhos. Literalmente. Usando a declaração do problema no passo 1, descreva possíveis soluções usando narrativas ilustradas como se fossem tiras de quadrinhos. Use figuras simples para descrever a cena em que Samantha agendaria as consultas médicas de uma nova maneira. Esboce 8 tirinhas em 5 minutos e, em seguida, passe 5 minutos desenhando uma grande ideia de quadrinhos, com cada tira contendo uma ideia diferente. Faça uma pausa e faça de novo.
  • Passo 3. Imagine sua nova oferta nas manchetes. Isso o ajudará a articular novas proposições de valor. Esboce suas capas de revista de negócios favoritas e desenhe imagens de capa e manchetes do que todos dirão sobre sua nova oferta. Por exemplo, com base em suas histórias em quadrinhos, você imaginou reservar uma consulta usando a Siri (assistente pessoal do iPhone). A manchete na revista pode ser “Como essa empresa ajuda você a reservar um compromisso de médico em apenas algumas palavras”. Tente criar 10 cópias em 10 minutos, faça uma pausa e repita o ciclo de 10 minutos. Você também pode se sentir livre para descrever ideias que você não esboçou no passo 2.

  • Passo 4. Elimine o impossível (não o ruim). Uma vez que você tenha revisto todas as ideias que surgiram, avalie o que você acha que seria útil e elimine ideias que não podem ser seguidas imediatamente, como seu médico visitando sua casa através de hologramas. Você deve poder combinar ideias e restringi-las a três novas ideias. Isso geralmente leva de algumas horas a um dia inteiro.
  • Passo 5. Faça algo que você possa tocar e sentir. O objetivo aqui é avaliar uma ideia, não iniciá-la. Seja tão engenhoso quanto possível e tente limitar-se à apenas uma hora para criar um protótipo físico ou digital. Um bom ponto de partida para simular produtos físicos é cola e palito de sorvete. E ferramentas como InVision ou outro app para produtos digitais. Desde que você tocá-lo, qualquer componente vale.
  • Passo 6. Em seguida, coloque-o nas mãos de seus clientes. Seus clientes são provavelmente mais criativos do que você pensa. Reúna um grupo de avaliação e mostre o que você fez a eles, e avalie algumas das reações. A regra geral é conversar com 5-7 pessoas para obter o máximo de informações no menor tempo possível.
  • Passo 7. Volte para o quadro de desenho. Lembre-se, o objetivo de todo o trabalho que você teve até agora é gerar novas ideias. Se você acha que seus clientes estão entusiasmados com seus protótipos, comece a elaborar um plano para executar o que você criou. Caso contrário, reúna tudo que você aprendeu até agora e volte para o Passo 1.

A beleza desta abordagem é que você pode fazê-la em uma semana ou ao longo de 6 meses, variando principalmente em função do tempo que você gasta fazendo seus protótipos. Ela pode ser usada por qualquer departamento na empresa para desbloquear o potencial criativo de toda a sua organização.

Autor: Yazin Akkawi (Founder and principal, MSTQ)
Fonte: Inc.com
Tradução livre: Equipe +Plus

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte II

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte II

Abaixo a segunda parte do artigo “12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos”, se ainda não leu a primeira parte, clique aqui e veja.

  1. Definir prioridades e atuar em cima delas

Seja em negócios ou em operações militares das Forças Especiais, há momentos em que os seres humanos podem se sentir atolados em demandas, desafios e incertezas. A coisa mais importante é permanecer focado, calmo e ser capaz de parar para considerar as opções à sua frente. Tudo nem sempre pode ser feito ou resolvido imediatamente. Mas, em vez de permanecer na incerteza e na indecisão ou de ser afogado por desafios, deve-se ser capaz de fazer uma pequena pausa, dar um passo para trás e determinar a prioridade mais neste momento, criar um plano para resolver o problema e agir, até que este problema seja resolvido. Em seguida, passar para o próximo desafio.

Esta técnica simples, naturalmente, não substitui a capacidade de manter uma visão geral da situação, mas quando o estresse é elevado e essa confusão tomar conta, é muito eficiente ser capaz de identificar e resolver cada problema individualmente e por ordem de importância .

  1. Descentralização de comando

Uma das principais características das unidades SEALs é muitas vezes operar em território hostil em total sigilo e perfeita autonomia. Ao contrário das unidades de força convencionais, que se movem em grande número e em plena luz do dia, uma missão pode ser realizada por quatro a seis homens movendo-se silenciosamente durante a noite.

É difícil, no caso de contato inimigo ou complicações, se comunicar rápida e eficientemente com a cadeia de comando para adaptar a missão às novas circunstâncias. Os homens infiltrados terão que tomar suas próprias decisões. O comando descentralizador significa que a missão e seus limites foram formalmente definidos por oficiais superiores que têm uma visão geral da missão, mas os detalhes da execução são deixados para as pessoas no campo que estão em contato com sua realidade. Estes homens altamente treinados estão cientes de suas responsabilidades e têm uma ideia clara do que é esperado deles. Eles são autorizados e capazes de tomar suas próprias decisões.

Esta metáfora do comando descentralizado ilustra perfeitamente a necessidade de desenvolver uma organização que trabalhe de cima para baixo, mas também de baixo para cima. Como Frédéric Laloux afirma em seu livro “Reinventing Organizations“. Mesmo que muitas organizações sejam capazes de criar uma estrutura com líderes que enviam suas instruções para baixo, é mais raro encontrar exemplos de empresas que são capazes de deixar seus funcionários tomar decisões importantes para a execução da missão global. No entanto, é muitas vezes a maneira mais eficiente de obter resultados concretos e, sobretudo, um compromisso genuíno dos colaboradores. Na verdade, como se pode esperar um funcionário que se sinta motivado e comprometido, se ele não tem margem de manobra e só recebe ordens de cima.

  1. Plano

É óbvio que tudo não pode ser organizado e planejado com antecedência e que o ditado “nenhum plano resiste ao primeiro contato com o inimigo”, faz regularmente sentido total para os homens nas unidades SEALs. No entanto, quanto mais precauções são tomadas para antecipar problemas e percalços, maiores as chances de sucesso. É, portanto, responsabilidade do líder planejar um número máximo de cenários e planos alternativos para se adaptar a uma situação que pode mudar a qualquer momento. “Se isso acontecer, então fazemos isso, se esse plano não funcionar, então nos movemos para este outro plano”. Estes planos devem ser claramente explicados a todos os membros da equipe e o líder deve garantir que todos entendem todos os aspectos das várias opções.

  1. Levando informações de baixo e para cima

Aqui está uma noção que, eu acho, tem muito potencial em nossas organizações e negócios. Próximo do conceito de “Bottom-up Top-Down” e “Extreme Ownership“, “Liderando para baixo e para cima” implica que se um plano, uma decisão ou uma estratégia decidida pela alta direção não faz sentido ou não pode funcionar no campo, as pessoas de campo precisam de coragem para entrar em contato com seus líderes ou oficiais solicitando reconsiderar a realidade que enfrentam. Muitas vezes, uma decisão impopular será criticada ou mesmo zombada por colaboradores, mas pouco será feito para que o assunto seja levado à administração para um realinhamento com a nova realidade. Mais uma vez, o conselho não é queixar-se, mas agir, discutir com a hierarquia e fazer tudo para estabelecer comunicação e compreensão mútua. Tanto quanto o líder deve assegurar-se de que seu empregado tenha compreendido o objetivo da missão e seus objetivos, a pessoa que executa a tarefa deve certificar-se de que seu superior está ciente das várias dificuldades que podem surgir e tudo isso com o maior respeito mútuo.

  1. Indecisão e incerteza

Para um SEAL, não há nada pior do que a indecisão. Quando as pessoas arriscam suas vidas, não é possível ficar paralisado e não tomar qualquer decisão. Às vezes é possível na vida cotidiana dizer-se que diante da falta de informações, de fatos concretos ou simplesmente de incerteza, vamos esperar para ver como as coisas se movem. Nas Forças Especiais, porém, isso raramente é possível. Há um perigo real em deixar uma situação degenerar devido a uma falta de firmeza e decisão.

Jocko e Leif, ambos bem versados ​​em tomada de decisão de risco máximo, recomendam tomar uma decisão em vez de “esperar e ver”. Muitas vezes uma situação na vida cotidiana seguirá o mesmo padrão e irá degenerar devido a uma falta de decisão. Às vezes, essas decisões são difíceis de tomar, como demitir uma pessoa que se tornou tóxica para a empresa e sua equipe. No entanto, quanto mais se espera, mais a situação degenera e mais todo mundo sofre com isso.

Gostaria de acrescentar que a indecisão é um grande amigo da falta de confiança. Alguém que pode tomar decisões não é necessariamente alguém que sabe mais do que os outros. Muitas vezes ele só sabe que se ele tomar a decisão errada, vai encontrar o caminho para corrigir a situação. Singularmente, para aqueles que carecem de autoconfiança, o simples fato de se acostumar com a tomada de decisões o mais rápido possível (começando com pequenas coisas), permitir-lhes-á progressivamente se afirmar. Na verdade, na maioria das vezes, a decisão tomada vai acabar sendo a correta e, se tal não for o caso, a pessoa vai encontrar a maneira de corrigir as coisas, ao mesmo tempo percebendo que ele tem mais habilidades do que ele ou ela pensava que tinha.

  1. Disciplina traz liberdade

Aqui está uma noção que parece contra intuitiva para dizer o mínimo. No entanto, Jocko e Leif usam sua experiência militar de elite para expor que quanto mais um plano for estudado com disciplina e detalhe, mais fácil será reagir diante de uma situação inesperada. Quanto mais um SEAL treina carregando todo seu equipamento, mais facilmente ele se moverá em uma situação real. Quanto mais as regras de combate ou as instruções para uma missão forem conhecidas e claras, mais os homens no campo serão capazes de tomar suas próprias decisões. Em outra categoria, os músicos também dizem que quanto mais ensaiam, mais conhecem seu instrumento e mais livres sentem-se para improvisar, qualquer que seja o contexto.

Disciplina e compromisso exigem investimento pessoal e esforço desde o início, mas esse investimento vai liberar a pessoa para tomar as decisões mais corretas.

Não há necessidade de dizer que no tipo de trabalho e condições que Jocko e Leif tem experimentado, indisciplina não é tolerada considerando as consequências a que pode levar.

Indisciplina geralmente aumenta progressivamente e se não for interrompida, muitas vezes degenera e cria situações que podem ser prejudiciais para as pessoas e equipes, tanto na vida militar como na vida privada.

Eu tentei expor minha compreensão das 12 chaves à liderança, dos homens excepcionais que são Jocko Wilinck e Leif Babin. Espero que você também encontre subsídios para a sua reflexão e ferramentas que irão ajudá-lo no desenvolvimento de sua empresa ou organização.

Fonte: inc.com
Autor: Pierre-Yves Hittelet
Tradução livre: Equipe +Plus Comunicação

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte I

12 lições de liderança para aprender com os “Navy SEALs” americanos – parte I

Eternamente à procura dos segredos da liderança – a capacidade que algumas pessoas têm para orientar outros para alcançar seus objetivos e ser bem sucedido em conjunto – eu estava ansioso para compartilhar com vocês as 12 chaves para a liderança do livro “Extreme Ownership, how US Navy SEALs lead and win” escrito por Jocko Willink e Leif Babin

Jocko e Leif foram SEALs (Sea, Air e Land), a elite militar da Marinha dos EUA e lideraram soldados americanos e aliados durante a batalha de Ramadi no Iraque.

O valor crucial da liderança de uma unidade de elite decorre do fato de que, uma vez no chão, esses profissionais têm de liderar os homens em um ambiente onde o menor erro pode ter consequências fatais. Apesar do enorme estresse que poucos poderiam suportar, estes homens e mulheres trabalham como equipes extremamente eficientes.

Trago aqui as 12 chaves do programa “Extreme Ownership“, que Jocko e Leif extraíram de sua experiência militar altamente qualificada e adaptaram ao mundo dos negócios, onde agora trabalham como consultores de liderança.

  1. Responsabilidade Extrema

Para Jocko e Leif, só há uma maneira de encarar a liderança: assumir total responsabilidade pelo que está acontecendo ou aconteceu. Se um membro de uma equipe não tiver entendido uma de suas instruções, o líder da equipe não pode culpá-lo. É seu papel como um líder se certificar de que seus membros da equipe entenderam suas instruções. Da mesma forma, se ele próprio não entender as orientações que recebeu, assumirá a responsabilidade e pedirá explicações aos seus superiores, em vez de dizer que não foi devidamente esclarecido desde o início não é uma opção.

Em um negócio, se um cliente decidiu mudar seu fornecedor e se voltou para a concorrência, não vale a pena dizer que é culpa de alguém, mas entender quais são as lições a serem aprendidas. Um empregado não entendeu instruções? Ele não deve ser culpado, como supervisor, é meu trabalho verificar que ele entendeu o que se espera dele! Meu chefe não me dá tempo suficiente para desenvolver minha carreira? É minha responsabilidade ir até ele e chamar sua atenção para o assunto.

A vantagem da “Responsabilidade Extrema” é que ela gera dinamismo. Força você a agir e, portanto, não é mais possível esconder-se em reclamações e críticas.

Como aplicar “Responsabilidade Extrema”: conte o número de vezes que você coloca a culpa em alguém ou em uma circunstância externa, e em vez de reclamar, procure ativamente como você poderia resolver o problema.

  1. Não existe uma má equipe, apenas maus líderes

Uma das principais características dos SEALs é sua capacidade de trabalhar em equipe. Na verdade, não há nada pior para um SEAL do que ser individualista ou percebido como tal. Os indivíduos solitários não podem sobreviver nas condições extremas das operações das Forças Especiais. É por isso que ao selecionar os candidatos, uma enorme quantidade de energia é usada para estimular o trabalho em equipe.

Mas, tanto quanto é importante trabalhar em equipe, é igualmente importante ter um bom líder liderando essas equipes. Você certamente notou como um bom líder pode ajudar uma equipe evoluir, enquanto um mal pode colocar tudo a perder.

Jocko e Leif falam de equipes que falham sistematicamente nos testes rigorosos do BUDS (Treinamento Básico de Selo de Demolição Submarina) quando liderados por um líder incompetente. Mas quando um líder melhor assume essas equipes, de repente começaram a ganhar corridas de resistência ou velocidade.

Quando uma equipe está funcionando mal, não há razão em culpar as pessoas nela. É preciso sempre olhar para as habilidades do líder.

  1. Acreditar é o primeiro passo

Quando eles perceberam que sua equipe de SEALs teria que levar apenas soldados iraquianos que mal haviam saído da escola para o campo de batalha, Jocko e Leif ficaram horrorizados. Não só parece ridículo combinar soldados de elite com soldados novatos, mas também corre o risco de ser extremamente perigoso. Alguns destes soldados do Iraque eram conhecidos por desertar ao primeiro tiro disparado ou até mesmo por atirar em si mesmos por acidente.

Era difícil estar à frente de sua equipe e apresentar o plano de atuação.

Na verdade, é difícil “vender” um plano para a sua equipe, se você não acreditar nele primeiro. A pior coisa a dizer seria ‘não sou eu, a ordem vem de cima’. Jocko e Leif tomaram um tempo para se encontrar com seu superior e entender melhor o contexto da decisão. O raciocínio por trás disso era simples, o exército iraquiano teria de assumir, num futuro próximo, se os SEALs fossem voltar para casa. Essa explicação deu a Jocko e Leif a capacidade de convencer melhor sua equipe, a aceitar essa decisão e os riscos extras, porque seus líderes “acreditavam” no interesse de sua missão.

Se você quer manter a liderança de sua equipe, nunca dê a impressão de que você não entende ou não aprova uma decisão “de cima”. Se você não entender o raciocínio por trás de uma estratégia, vá encontrar as informações para que você também possa “acreditar” e confiar na decisão tomada por sua hierarquia.

  1. Cuidado com o seu ego

Você pode imaginar um lugar pior do que um campo de batalha para ser confrontado com um colega que é um show, sabe tudo e não vai aceitar qualquer conselho? Isso infelizmente também existe no exército, a diferença é que um soldado ou oficial que acredita que não pode aprender nada com um homem que está no campo de batalha há mais tempo, não importa sua classificação, arrisca sua própria vida ou de um membro de sua equipe.

Jocko e Leif foram confrontados com uma série de indivíduos que, devido à sua patente, sua experiência no exército ou sua idade, acreditavam que não tinham nada para aprender. Isso os colocou em situações perigosas que poderiam ter sido evitadas com um pouco de sabedoria.

O ego pode ser uma coisa perigosa. Mesmo nos negócios. Seja qual for sua experiência, idade ou posição, se você tem a impressão de que sabe tudo, ou sente que não precisa ouvir conselhos, pode ser a hora para calçar as “sandálias da humidade”. Se não, a vida e as circunstâncias vão mostrar isso para você. Contrariamente à crença popular, você não vai perder o crédito aos olhos de sua equipe se você admitir que você não sabe tudo. Na verdade, isso só reforçará sua posição como líder.

  1. Cubra e mova-se

No slalom de SEALs, ‘Cover and Move’ significa que antes de você se mover no campo, se as balas estão chovendo ou não, você sempre tem que garantir que parte da equipe ou outra equipe garanta cobertura para a equipe que está se movendo. Assim como, ao andar, você não iria levantar uma perna antes de colocar a outra no chão. Isso, como você pode imaginar implica ser capaz de trabalhar em equipe – e com outras equipes – com comunicação impecável e confiança. Cada equipe está envolvida na missão, quer quando se deslocam ou quando estando dando cobertura para uma equipe em movimento. Unidos numa única perspectiva, cumprindo a missão, com o objetivo de garantir a segurança de cada membro da operação.

Mais uma vez, é essencial aqui entender a noção de trabalho em equipe e desenvolver a confiança em cada um de seus membros. E essa confiança deve estender-se da equipe para os outros departamentos de um negócio que interagem para realizar sua missão planejada.

  1. Mantenha as coisas simples

Um tempo atrás, eu li “complexidade é o inimigo da execução”. Uma frase excepcionalmente interessante que eu pensei ser muito verdadeiro. De fato, quanto mais simples for um plano, uma instrução ou uma estratégia, mais inclinados a cumpri-la estaremos. Inversamente, quanto mais complexa e obscura, mais dúvidas surgirão e menos inclinados a agir estaremos. É óbvio que em operações de comando, todo mundo tem interesse em entender corretamente como as coisas devem acontecer.

Nos negócios, diante de processos excessivamente complicados, estratégias de marketing enigmáticas ou gráficos de preços super elaborados, muitas vezes é melhor simplificar, mesmo que alguma precisão seja perdida no processo. Pelo menos, as pessoas confrontadas com a estratégia, o processo ou o gráfico serão capazes de entender, tomar uma decisão e agir.

No lobby do designer da Apple, John Ive, diz-se que há o seguinte slogan: simplicidade, simplicidade, simplicidade.

Continua…

Nota da Redação: dividimos o texto em duas partes para facilitar a leitura e, principalmente, a assimilação dos conceitos transmitidos.

Fonte: inc.com
Autor: Pierre-Yves Hittelet
Tradução livre: Equipe +Plus Comunicação

Qual o preço a pagar pelo sucesso?

Qual o preço a pagar pelo sucesso?

A pergunta é mais complexa do que parecer, principalmente porque não falamos apenas de dinheiro, mas de um preço muito mais alto e caro: dedicação. Parece bobagem questionar se você – ou qualquer profissional – está disposto a se dedicar ao próprio sucesso, mas não é.

Dedicação é algo que precisa ser lembrado diariamente para ser posto em prática. Dedicação é optar por estudar aos finais de semana, abrindo mão de ficar com seus filhos, ou de ir passear, ir viajar, etc. Dedicação é saber que não existem mais horas vagas, horas vagas passam a ser horas trabalhadas para melhorar profissionalmente. Dedicação é ver todos – ou quase – ao seu redor se divertindo enquanto você está trabalhando.

Mas por mais que você se dedique, seu dia continua tendo 24h, como o de todos nós, meros mortais. Então como “otimizar” seu tempo e sua dedicação? Terceirizando o que pode ser terceirizado, ou seja: tudo que não é o seu “core business”.

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Por exemplo, se você é um palestrante ou um consultor, seu “core business” é estar apto a entregar para seus clientes as melhores soluções para os problemas deles ou apontar melhorias que impactem positivamente em seu resultado, certo? Para isso você precisa estar sempre se atualizando e aprendendo novas técnicas, metodologias, soluções, etc.

Só que, ao mesmo tempo em que precisa estar “com a cara enfiada nos livros” quando não está atendendo um cliente, é preciso que você cuide de sua comunicação corporativa (com seu público-alvo), seu marketing (digital ou não), suas vendas, e outros aspectos que, apesar de fundamentais para o sucesso de sua carreira, não são seu “core business”.

E é aí que muitos profissionais se perdem. A ânsia de economizar dinheiro os faz procurar cuidar de todos esses aspectos sozinhos. Porém, dinheiro, é o menor preço a ser pago em busca de uma carreira de sucesso e você sabe disso, conscientemente ou não. Dúvida? Então quanto vale, em dinheiro, duas horas com seus filhos? Ou ir viajar com sua esposa/marido? Ou estar com seus amigos num final de semana? Pois é.

Adianta economizar um determinado valor financeiro, muitas vezes inferior ao preço de uma palestra ou um contrato de consultoria, e, no final das contas, ser um profissional inferior ao que conseguiria ser com mais tempo para se dedicar a aprender e aprimorar-se? Vale entregar um trabalho de qualidade duvidosa para o seu cliente final por falta de tempo para preparar-se melhor? Ou ainda não fazer um trabalho de comunicação/marketing ou vendas  de forma profissional e efetiva por estar sobrecarregado? Como isso impacta sua carreira e sua busca pelo sucesso?

Reflita: você quer ser um profissional de sucesso? Se a resposta é sim (e deveria ser), planeje muito bem e entenda quais são os “preços” a serem pagos, financeiros ou não. E vá atrás dos seus objetivos, de forma consciente e coerente, mas sem arrependimentos e pseudo-economias.

Autor: Felipe Ribeiro
Fonte: +Plus Comunicação80

Forma ou conteúdo: o que vende?

Forma ou conteúdo: o que vende?

O erro mais comum entre os novos empreendedores que não alcançam o sucesso é, segundo pesquisa do Sebrae, se focar mais na forma do que no conteúdo de seu novo negócio ou produto. Exatamente o mesmo erro se repete com palestrantes, mas nesse caso, acontece até com alguns palestrantes que já atuam há algum tempo no mercado, não apenas iniciantes.

Eles se focam em construir uma excelente palestra em termos de entretenimento, pirotecnia e produção e acabam – involuntariamente, é bom que se diga – deixando escapar aquilo que os contratantes mais buscam numa palestra: a solução para um (ou mais) determinado problema. E a questão que fica é: por que isso acontece?

A razão mais comum para isso acontecer é o profissional querer adequar as suas palestras ao seu conhecimento atual, adquirido através dos anos. Ou seja, “eu, palestrante, entendo sobre o ASSUNTO A, então farei palestras sobre o ASSUNTO A. Afinal de contas, o meu domínio é sobre o ASSUNTO A e não tem sentido construir uma palestra em torno de outro assunto, certo?” Errado. E muito errado. Dessa forma o profissional estará ignorando a demanda dos possíveis clientes, ignorando suas necessidades e a, quase sempre óbvia, necessidade de adequar-se e aprender mais.

O que falta para você alcançar o sucesso? Fale conosco e descubra!

E então ele (a) cria uma palestra sensacional, repleta de recursos áudio visuais capazes de tirar o fôlego da plateia, textos encantadores e exuberantes, sua apresentação sobre o palco é teatral e arranca aplausos empolgados. Um produto sensacional – em termos de FORMA – mas… útil para quem?  Ela será um sucesso? Venderá bem? Pouco provável.

Obviamente, ninguém espera que um excelente profissional de vendas, que tem conquistas sólidas na área de vendas e toda uma carreira dentro dessa área, mude de área para se tornar palestrante. Mas o que se espera é que ele ouça/pesquise as necessidades ATUAIS de seu público-alvo, busque entender quais são os problemas ATUAIS que precisam ser resolvidos e/ou quais benefícios seriam úteis para as empresas HOJE. Atualize-se. Saia de sua zona de conforto. Lembre-se que sempre que seu sucesso passado não é garantia de sucesso futuro.

O ideal é buscar a excelência nos aspectos forma e conteúdo mas, se tiver de priorizar um ou outro, priorize o conteúdo. Conteúdo EXCELENTE com uma forma boa, vende bem e cumpre seu papel. O contrário apenas desaponta o cliente e pode acabar com uma reputação.

Para alcançar o sucesso no mercado de palestras entenda que, o que uma empresa busca quando contrata você é uma solução/benefício EM FORMATO DE PALESTRA, não uma PALESTRA BONITA E BEM PRODUZIDA, mas inútil para a empresa. É isso que você vende: UMA SOLUÇÃO/BENEFÍCIO para a empresa, não UMA PALESTRA. #ficaadica

Fonte: +Plus Comunicação

 

A linguagem do desejo

A linguagem do desejo

Uma das grandes dificuldades dos empreendedores e consultores é na comunicação com os seus clientes potenciais.
Eles têm uma crença de que basta comunicar o que eles fazem para que os clientes os procurem. Isto é uma incorreção, para dizer o mínimo. Os empreendedores acham que os seus clientes querem o que eles produzem, o que é enxergar o mundo através do próprio umbigo!

Afinal os clientes querem é ter suas necessidades e desejos satisfeitos ou atendidos, conforme você já ouviu em vários lugares. Mas o que isso tem a ver com você?

Fazer com que o seu cliente potencial entenda e compreenda o que você faz, não é o caminho que chega ao coração do seu cliente, razão pela qual o pessoal de comunicação pode não se dar bem na comunicação com o mercado cliente.

Há um conjunto grande de profissionais que ajudam a sua empresa a se comunicar melhor, a ser mais entendida, e a ser compreendida pelo mercado.

Só que isso, na maioria dos casos, não gera clientes, não gera vendas, não gera lucro. Ou seja: não funciona como alavanca para as vendas.

E há outro agravante: em geral, todos se consideram bons comunicadores, então, por que gastar dinheiro contratando um Fulano e Sicrano que não sabem se expressar, mas eu…E comunicar bem é um item necessário para facilitar as suas vendas, mas está longe de ser o suficiente.

Por quê? Porque, como diz um dos meus gurus, Alan Weiss: “A lógica serve para pensar e emoção para agir.” Ou em outras palavras, como já dissemos inúmeras outras vezes: “Toda compra é uma compra emocional.”

Com isto estamos querendo dizer, com todas as letras, que não é com a lógica, nem com o entendimento e muito menos com a compreensão que se vende. O foco da sua máquina de vendas é outro. O que você precisa gerar no seu cliente potencial é a necessidade e o desejo de ter os seus problemas resolvidos ou atendidos pela sua oferta.

A sua oferta precisa soar como música aos ouvidos do seu cliente. Montar a sua máquina de vendas – e a sua empresa precisa ser uma máquina de vendas ou … – passa longe de comunicar e fazer o seu cliente entender o que você faz.
Você precisa fazer o seu cliente salivar com a sua proposta e, para tanto, você tem que capturá-lo pela emoção. Pela emoção captura a atenção do seu cliente potencial, para gerar uma ação, a ação de comprar aquilo que o seu cliente potencial deseja e, não por acaso, você vende…

A sua comunicação tem que fazer brotar, aflorar e estimular a emoção e o desejo, levar o seu cliente potencial a fazer algo na direção da satisfação das necessidades dele. A comunicação, que captura a atenção do seu cliente potencial, gera o interesse nele em experimentar os seus serviços.

Entender o que você faz, e como você faz, não atrai clientes para você. Pode sim, quando muito, tirar a
magia do desconhecido. Imagine eu me apresentando como um consultor de marketing. Eu estaria propenso a receber uma série de respostas, uma das quais, esta:
– “Marketing? Eu já tentei isso e não deu certo!”
E você vai me perguntar:
– “Mas então, como me comunicar com os meus clientes potenciais de tal forma a facilitar e gerar vendas?”

Imaginemos um serviço difícil, bem difícil: um crematório para animais.
O concorrente desse serviço, já está estabelecido no mercado, e é um cemitério de animais. A comunicação desse crematório fictício, que tenta gerar compreensão e entendimento do que é feito, poderia ser mais ou menos assim:
“Nós cremamos os seus animais. Nós ajudamos os proprietários de animais de estimação a
se desfazer do corpo morto do seu animal de estimação, evitando inclusive a poluição
ambiental.”

Perfeito, diz exatamente o que o empreendimento faz. Mas, compare com este:

“Respeite a sua natureza, mantenha o seu animal de estimação SEMPRE com você.”

Esta frase, simples e curta, transmite um recado que captura a emoção, apresentando junto um diferencial
que o concorrente não consegue acompanhar. O duplo sentido, proposital, do “respeite a sua natureza” é outro ponto forte:

– a natureza da pessoa, que não deseja se separar do seu animal de estimação, e quer conservar as cinzas
do animal consigo,
– o “respeite a natureza”, evitando a contaminação do solo, e
– tenha as cinzas dele ao seu lado, sempre.

Então, percebeu a diferença? Entendeu a diferença? A primeira comunicação informa o que um crematório faz.
A segunda captura o cliente pela emoção, pelo desejo de conservar o bichinho de estimação perto de si, e não enterrado lá no cemitério. E traz esse cliente potencial para o crematório, para experimentar os seus serviços.

Esta é a diferença entre quem está no mercado e ser aquele que age no mercado.

A diferença básica é mudar o foco do entendimento daquilo que você faz ou vende, e passar a comunicar o
atendimento dos desejos, dos benefícios e das soluções que o cliente quer, almeja, procura e obtém
comprando o que você vende.

O cliente não quer “se desfazer do corpo do seu animal de estimação morto”, ele quer conservar o seu
bichinho de estimação sempre ao seu lado. Na maioria dos casos ele não gostará de ouvir, nesta hora, as
palavras: corpo, morto, desfazer.

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Você não precisa ser entendido. Você precisa saber provocar, não no sentido de incitar, mas no sentido de
acordar o desejo adormecido do seu cliente potencial, que repousa quieto na mente dele, e que você pode
atender.

O marketing busca responder ao seu cliente potencial algumas questões simples e adormecidas que ele, o
seu cliente, têm na sua cachola:
– O que eu ganho com isso?
– Como eu começo?
– Como eu posso experimentar isso?
– Isto funcionará para mim?
– Isto é possível?
– Como eu posso ter isso também?

E a sua comunicação deve despertar o seu cliente e capturar a sua atenção com aquilo que ele busca. No entanto a grande maioria dos empresários e empreendedores teimam em comunicar o que eles fazem…

Se você quiser transformar a sua empresa em uma máquina de vendas, comece despertando o seu cliente com perguntas ou propostas que chamem a atenção dele. Esse é o início do caminho na direção da montagem da sua máquina de vendas. Isso é estabelecer uma comunicação usando a linguagem dos desejos do seu cliente. E isso é tudo o que você queria. Ou não?

Montar uma máquina de vendas seria, então, usar a linguagem do desejo? A resposta é simples: para montar a sua máquina de vendas você precisa usar a linguagem do desejo do seu cliente. Embora isso não seja tudo, mas é o começo da percepção do que o seu cliente quer, busca, deseja, almeja, e procura.

O marketing seria, então, a linguagem do desejo? Essa é uma boa questão:
– mulheres bonitas vendem cerveja?
– homens bonitos vendem carro?

E a comunicação da sua empresa está chegando ao seu cliente?

Autor: Carlos Alberto de Faria
Fonte: merkatus.com.br/